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- EMPREENDEDORISMO -
 


AMBIENTE DE MERCADO

 Dentro do contexto de Marketing, promover estratégia é o mesmo que desenvolver interessantes e amplas atividades econômicas, pelas quais certa empresa irá competir num mercado, seja pelo reconhecimento de sua missão, pela realização de seus objetivos e pela adoção de políticas necessárias para se alcançar as metas definidas.

 A competição em tese está diretamente ligada ao Ambiente de Mercado. Por ambiente podemos entender como certo espaço o qual os indivíduos sociais ficam envolvidos com elementos artificiais e naturais. Já o mercado é o local que indivíduos, instituições sociais e financeiras tomam decisões voltadas à construção de riquezas pelo processo de trocas econômicas – usando moedas ou qualquer outro bem como intermediário nas transações sob leis do intervencionismo e da oferta e procura.

 No entanto, uma das características do Ambiente de Mercado está no objetivo da empresa de se conquistar a preferência dos consumidores, pela realização de seus desejos e satisfação de suas necessidades por métodos de determinado posicionamento e, obviamente, diferenciado em função da avaliação contínua da concorrência, dos consumidores em si e da empresa. Atualmente, também é levado em consideração a vantagem competitiva que a empresa detém. Porém, tais empresas devem ser orientadas ao mercado, para que tenham diferenciação das ofertas existentes e pré-existentes.

 A análise de mercado pode ser considerada uma das etapas da análise externa, mas merece um detalhamento maior pela sua importância. Num mundo em rápido processo de evolução tecnológica e de globalização, uma empresa é obrigada a competir, não só com outras empresas, mas também com um sistema funcional existente e emergente, a fim de assumir papel decisivo no processo de expansão tecnológica, cultural, social e econômica da sociedade a que pertence.

 Ademais, é preciso  reconhecer que pela intensa concorrência, que constantemente estamos nos deparando com ambientes cada vez mais dominados por turbulências e instabilidades, que apontam para a necessidade cada vez maior de se mapear os ambientes empresariais, para que possamos nos posicionar adequadamente diante dessa nova realidade.

 A avaliação dos procedimentos pelo Gerenciamento das Finanças, do Marketing e de Pessoas, servirá de diagnóstico que deve englobar avaliação de indivíduos envolvidos na empresa, para que aconteça a avaliação institucional e a análise interna por intermédio do desempenho institucional, em busca do incremento da desejada, exigida e necessária qualidade.

          No entanto, com base nos cenários que estão sendo construídos, é o departamento de marketing que responde por deixar a empresa atualizada diante de ambientes competitivos e de inovações tecnológicas presentes. Além do mais, as empresas possuem o dever de planejar, agir e sentir como o mercado está se definindo.

          Manifestando-se dessa maneira, a empresa estará preparada para um ambiente de mercado o qual as informações são pontos que valem muito no atual mercado competitivo que ela está inserida.



Escrito por BETO MANSUR às 15h23
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A SEGMENTAÇÃO DE MERCADO

          Se partirmos da ideia de que um produto comum não pode satisfazer necessidades e desejos de todo consumidor, poderemos compreender a essência do sentido de segmentação de mercado. Para que isso ocorra, temos um motivo bem simples: muitos são consumidores e estão em diversas regiões; têm vários hábitos e gostos de compra por preferências. Assim, não se pode tratar todos da mesma forma, bem como não se pode tratar todos de forma diferente.

 Pode-se tentar agrupar pessoas com características, preferências e gostos semelhantes, e tratá-los como se fossem iguais. Percebe-se que é nesse centro de discussões que se aprecia as diferenças existentes entre consumidores. Obviamente, essas diferenças devem ser consideradas no processo decisório da empresa.

 No Brasil, entre os anos de 1950 e 1990, houve a consolidação da industrialização que vinha ocorrendo desde os tempos da Era Vargas e que foi apresentada como um processo que visava à modernização do país pelo fortalecimento das classes sociais brasileiras, em especial, o da Classe Média. Também, interesses públicos e privados queriam o reconhecimento dos operários. Se isso acontecesse, o Brasil seria “moderno”.

 Após essa consolidação, na metade da década de 90, o Brasil, por força do contexto mundial, tornou-se neoliberal e a composição social brasileira não mais deveria ser apresentada com as classes alta, média e baixa (existentes por funções sociais dos indivíduos) e sim, pelas classes A, B, C, D e E (existentes de acordo com rendas e salários dos indivíduos). Com isso, o padrão social capitalista industrial que funcionava com o consequente isolamento social entre a classe mais elevada e a mais inferior, não mais ocorreria, passando as classes sociais a funcionarem de maneira interdependente, uma das características da composição social neoliberal.

 No entanto, o não intervencionismo; a liberdade de mercado; a livre ação das instituições financeiras; a globalização da economia nacional, regras exigidas para que fossemos neoliberais, resultaram no fortalecimento das classes C e B, - gentilmente denominadas de classe média, - devido ao favorecimento econômico, social, político e cultural que receberam.

 Daí, se foi por isso ou não, tivemos progresso: nossa dívida externa que em 2005, estava em U$ 444 bilhões de dólares, hoje, está em U$ 195 bilhões e, em caixa de reservas, temos aproximadamente U$ 400 bilhões, ou seja, estamos com saldo positivo de mais ou menos U$ 205 bilhões para negociação da dívida externa.

 Nesse contexto, a “Classe Média” brasileira passou a se desenvolver a largos passos e pelo que se entende, tendo como base as publicações da Economia Brasileira em Perspectiva, elaboradas e divulgadas Ministério da Fazenda e dessa forma, também, vista em documentos que servirão de instrumentos para a segmentação de mercado, nos próximos anos ela continuará a se expandir.



Escrito por BETO MANSUR às 23h52
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A Geração Baby Boomers

 No Ocidente, após a Segunda Guerra Mundial, por interesses da Antropologia e da Sociologia, estudiosos denominaram de Baby Boomers a primeira e expressiva geração social do sistema capitalista, que se formou após os intensos conflitos multicontinentais de Forças Armadas os quais perturbaram o cotidiano das pessoas.

 Essa  geração é composta por indivíduos nascidos entre 1946 e 1964.  Significativamente, são pessoas que fizeram parte de uma história social consequente de promessas de paz e harmonia que o final da Segunda Guerra apresentou, já que, naquele período, as conquistas dos Direitos Sociais foram muito evidentes. Em função disso, tivemos casamentos de jovens com idades entre 18 e 21 anos, os quais imediatamente tiveram filhos, que não mais seriam preparados para as guerras e sim para o trabalho. De acordo com os estudiosos, para cada 10 famílias, passaram a existir em média 61 filhos, o que se conceituou de “explosão de recém-nascidos”, ou de “Baby Boomers”.

 Pertencente ao mundo capitalista, essa geração foi atingida pelos projetos políticos e econômicos, tanto liberais quanto assistencialistas, e pela nova cultura conceituada de American Dream – conjunto complexo de valores sociais de acordo com o padrão capitalista industrial e pós-industrial de se viver. Diante desse modo de pensar, nos EUA, Japão, Canadá, França, Itália, Alemanha e Inglaterra, vigoraram modelos sociais do capitalismo Pós-Industrial, ou seja, com bases na tecnologia da informação. Já, nos países que estariam em desenvolvimento, ou na dependência de nações desenvolvidas, exemplos como o Brasil e demais países latino-americanos, praticaram a consolidação do capitalismo Industrial.

 Nesse contexto, pelos EUA - que estavam preocupados com a expansão do socialismo sobre o Ocidente - foram elaborados planos de apoio para que países da América Latina e Europa Ocidental pudessem ser atualizados para construção de suas riquezas. Com isso, deixariam suas atividades agroexportadoras para investirem em um sistema industrial. Como consequência disso, foram promovidas políticas de segurança para se viver em paz num momento pós-guerra mundial. No meio disso tudo, sob as práticas da propriedade particular, das classes sociais e do propagado consumismo, o capitalismo lançou como novidade social o jovem.

 Daí, se foi por intenção ou por naturalidade, passamos à segunda metade do século XX, convivendo com novos elementos nas classes sociais que foram educados e ensinados conforme os padrões de um sistema capitalista o qual promoveu marcante globalização de comportamento e de valores sociais. Assim, frente a uma cultura irreverente ou a um novo comportamento patrocinado pelos principais representantes do capitalismo, era necessário garantir o mercado consumidor para produtos, serviços e investimentos norte-americanos e, em absoluto, conter a possível penetração do socialismo nos continentes ocidentais.

Como consequência dessa globalização cultural, tanto nas Américas, quanto na Europa, prevaleceram as imposições de comportamentos dos EUA. Com isso, os visíveis valores do American Dream sobre aqueles que seriam identificados como contestadores, ou seja, os jovens, que naquele contexto, na maioridade deixaram as casas dos pais para morarem nas recém-construídas periferias das cidades, eles tinham acesso diário aos meios de comunicação (revistas, jornais, rádios e cinemas) para conhecimento e informação da literatura Beatnik, da música Rock and Roll e danças com casais separados; ao uso de camisetas de algodão e calças de índigo blue; radicais cortes e penteados de cabelos; posse de potentes automóveis, de ágeis motocicletas, vibravam com o clássico Ben-Hur e investiram em estudos superiores para terem seus títulos profissionais e não serem apenas alguém da massa social. Também se tornaram viciados em trabalho e datilografaram muito.  

No entanto, o mundo ocidental não foi um mar-de-rosas como podemos sentir. Frente aos interesses dos EUA na consolidação do capitalismo e suas características, em nome da geopolítica, assistiu-se, dos anos 40 até os 90, a Guerra Fria: um conflito ideológico entre duas superpotências que se defrontavam por organizações econômicas, políticas e sociais: o capitalismo e o socialismo. Sob ameaças emocionais e racionais, tomaram ciência de uma disputa não declarada. Cada um dos blocos procurava expandir suas áreas de influência sobre o mundo e até do universo pelos complexos foguetes que levaram o homem à Lua.

            Além do mais, entre os anos de 1953 e 1964, os EUA receberam ameaças ideológicas de países que pregavam o fim da propriedade particular e das classes sociais, como a Rússia e Cuba, e de economias de produção industrial e pós-industrial, de países que ajudaram a se reestruturar, tais como Japão, Alemanha e Inglaterra e a partir disso, sem dúvida alguma, o período de grande prosperidade, de estabilidade econômica e sem contestações expressas tinham chegado ao fim. A Pax Estadunidense havia acabado! Daí, considerando-se que o ano de 1946 deu início à expansão dos nascimentos nos EUA, em 1957 com o maior número de recém-nascidos, em 1964 a natalidade norte-americana entrou em declínio e, com isso, veio o fim da Geração Baby Boomers.



Escrito por BETO MANSUR às 15h03
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A Geração X

O contexto histórico do capitalismo ocidental estadunidense, após o ano de 1964, foi caracterizado por duas interessante situações: a primeira foi a queda de número de recém-nascidos e a segunda a eleição do democrata Lyndon Johnson, quando se fixou como um político tranquilo e que surpreendeu quando recebeu 65 % dos votos para presidência da república. A partir dessas duas situações, surgiu a Geração X, que existiu até o ano de 1979 e que foi marcada por um período de desconfianças em relação ao que seria o mundo ocidental frente à Guerra Fria, a qual se desenhava na mente dos ocidentais.

A geração X é composta por indivíduos nascidos entre 1964 e 1979.  Agora, com um país visivelmente composto por jovens, era necessário gerir o processo contínuo de forças que o Movimento Feminista conquistou associado à consolidação dos Direitos Sociais dos negros. Assim, neste meio-tempo, a importância e as intervenções – em todos os sentidos - dos EUA em terras e espaços internacionais cresceram aos extremos, gerando um posicionamento hostil em relação aos padrões estadunidenses de ser. Na verdade, seriam hostilidades antiestadunidenses e não antiamericanas, uma vez que, dependendo do entendimento ou compreensão, isso poderia significar hostilidades em relação à América.

Hoje, ao certo, não se tem consciência se o conceito Geração X está ligado ao termo britânico “X rated”, que nos remete a manifestações sociais com valores estimados e ideológicos ou também como apreciadores, simpatizantes e consumidores de produtos pornográficos.

Dentro desse contexto, a Geração X, embora sendo filha de uma geração mais comportada, tem como representantes aqueles que romperam com os valores sociais familiares, escolares e religiosos da Geração Boomers; tiveram intensa consideração ao sexo oposto; procuraram a individualidade, sem a perda do convívio em agrupamentos sociais; procuraram liberdade em várias atividades, em especial, nos estudos e profissões, para aquisição da moradia, vestimenta, alimentação e transporte próprios; praticaram relações sexuais antes do matrimônio; buscaram por seus direitos civis, políticos e sociais. Da mesma forma que seus pais, também tiveram acessos diários aos meios de comunicação (revistas, jornais, rádios, cinemas e televisão) para buscarem informações, conhecimentos e produtos de qualidade. Por isso, consumiram em excesso a música, a moda e o sexo, que compraram como mercadorias com títulos de Estilo de Vida. Emocionalmente, como herança dos Boomers, receberam a paixão pelo cinema e viveram intensamente cada segundo do filme Era uma vez no Oeste.

O comportamento dessa geração foi muito potencializado nos EUA e isso provocou alterações até na sua representação demográfica. Para se ter uma ideia do processo, entre 1964 – 1980, na região sul do país, ocorreu a grande imigração de asiáticos, de latino-americanos e de europeus para os EUA, o que resultou em significativas mudanças no aspecto demográfico do país, levando-se em consideração que, esses imigrantes se reproduziram bastante em pouco tempo. Nesse contexto histórico, ocorreu a formação de uma sociedade de um mundo novo, fora das perspectivas utópicas, o qual teve que se conformar com um padrão de vida mais realista, porém, mais consumista em pleno período da Guerra Fria.

 Daí, tanto dentro como fora dos EUA, a nova geração, pela necessidade de sobrevivência, ajustou-se à organização e ao desenvolvimento de trabalhos informais e, com isso, obviamente, foram diminuindo o tempo de trabalho numa mesma organização. Dessa forma, os indivíduos estavam num processo de transição, no qual o trabalho como prática social estava se transformando em lazer.

 Interessantemente, essa geração, entre os anos de 1966 e 1975, teve dias intensos, considerando as consequências do impacto das reivindicações da Revolução Feminina, do nascimento do movimento hippie, do lançamento do LP Sargent Peppers e dos grandes embates da Guerra do Vietnã e do imaginário que se criou com a história do filme Apocalypse Now. Porém, nada mais marcante que o ano de 1969: o projeto da internet, a chegada da Andréa Porcel na Terra e do homem à Lua, o Festival Woodstock e o Brasil se transformando no país do Capitalismo Industrial. Assim, sem dúvida alguma, formou-se um mundo paradisíaco! Um mundo de pessoas apaixonantes.

            Mas, o mundo ocidental não foi um mar-de-rosas como – mais uma vez - pudemos sentir. Ainda à frente da Guerra Fria, assistimos boquiabertos ao fim dos Beatles, a maldição dos J-27, a Guerra do Yon Kippur e a caótica Crise do Petróleo. Aí sim, o mundo nunca mais foi o mesmo, mesmo! A partir daí, arrastamos-nos estruturalmente até o final dos anos 70. Se o American Dream teve seus dias de glória, eu tive o corte de cabelo do John Travolta!



Escrito por BETO MANSUR às 15h02
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A Geração Y

Esta geração é composta por indivíduos nascidos entre os anos de 1980 e 2000. Por ser uma geração visivelmente nova, por enquanto, não possui uma temática definida, a não ser pela ideia de que nasceram no mundo profetizado por McLuhan – um mundo conectado por computadores pessoais e pertencentes à “aldeia global”.

Diante desse pensamento, com a expansão dos processos de comunicação, a relação informação-conhecimento foi transformada em necessária e, sistematicamente, o homem, em vez de usar a força física para produzir, passou a usar a força intelectual. Dessa forma, a criatividade como habilidade de nobre importância, passou a substituir a muscular; as manifestações intelectuais foram melhoradas, ao tempo em que, para se produzir, acionaram-se os processamentos de dados, a inteligência artificial dos computadores e a produção ocorrendo em variados locais.

Em verdade, essa geração com fácil acesso aos meios de informação, nasceu após 1985 e sua conceituação é da revista norte-americana de propaganda Advertising Age, já que foi ela que elencou os costumes consumistas dos adolescentes dos anos 90. Por serem filhos da Geração X, sem dúvida alguma, essa geração foi conceituada de Y, mas seus membros aceitam serem chamados de Generation Quick Info e possuem um perfil que além de se encaixar perfeitamente às novas realidades de empregos, não abrem espaços para a concorrência. Acima de qualquer discussão, é bem instruída, tem forte intimidade com línguas estrangeiras, é bastante tecnológica e com natural tendência à Gestão de Pessoas e de Marketing – o MSN, o Orkut, o Facebook e o Twitter que nos digam!

            Admiravelmente, esse grupo nasceu com habilidades para conciliar diversas tarefas ao mesmo tempo. De maneira positiva ou negativa, são muito informais para com seus chefes, amigos, pais e parentes e ultraimediatistas na busca de informações ou resultados, para depois buscarem o processo que levou ao resultado. Porém, sempre estão na “cola” de novas tecnologias.

             Em termos de acesso à informação, assim como seus pais e avós, essa geração também têm acessos diários. Porém, com possibilidades ilimitadas em questão do tempo de contato e de conexão aos meios de comunicação (revistas, rádios, cinemas, televisão, DVDs e internet) to seek information and knowledge about music, fashion and sex. No final dos anos 90, viram suas vidas transformadas em arte, no filme Matrix. Sem dúvida, é uma geração de jovens e de adolescentes que, donos de uma criatividade imbatível, com os quais , diariamente, vamos aprendendo e reaprendendo novos valores que os boomers e os X não criaram ou não conheceram.

             Contudo, estudar um mundo de pessoas que nasceram por uma mesma época e que, num espaço de tempo de aproximadamente 21 anos se consolidou pelos seus valores e comportamentos sociais, sendo radicais para a época e audaciosos e criativos para os descendentes, faz da Antropologia e da Sociologia disciplinas que serviram de instrumentos para análise das impressionantes gerações sociais que nos rodeiam. Toda essa análise serve como parâmetro para nos informar como são aqueles que estão dentro de nossos grupos sociais e em torno de nossas individualidades.



Escrito por BETO MANSUR às 15h00
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A FOME NO SÉCULO XXI

 

Neste início de século, dentro de um espaço cronológico mundial controlado pela doutrina neoliberal, esperamos possíveis decisões que serão tomadas em torno das discussões sobre a Guerra da Fome, as quais poderão ser palcos disso, países dos quatros cantos do mundo.

Dentro desse contexto de fome mundial, é de que, desde os meados de março de 2008, a população mundial passou a ser de mais ou menos, 6 bilhões e 660 milhões de habitantes. Dessa quantia, 50% está no campo e outros 50%, na cidade. Isso, sem dúvida, poderá gerar aumento da demanda dos alimentos para a distribuição, comércio e indústria e se não houver oferta suficiente, alguns grupos sociais, sem poder de compra para seus alimentos, poderão fazer parte de estatísticas da fome. Além do mais, isso pode significar problemas já que de dezembro de 2008 para cá, os preços dos alimentos subiram 50%.

Embora as idéias neoliberais criadas por Milton Friedman defendam o fim do Assistencialismo Estatal para que as sobras de valores econômicos sejam usadas para quitação de dívida externa e para a estabilidade econômica dos países, alguns governantes tiveram que praticar essas idéias. Isso, obviamente, vem trazendo para o mundo e deverão ser enfrentados, problemas voltados ao bem-estar social. E isto também pode gerar conflitos e divergências governamentais dentro do planejamento estratégico e econômico-financeiro dos Estados. Citando Dominique Strauss-Khan, ex-diretor do FMI, estamos próximos do desemboque da Guerra da Fome.

Mais do que é sabido, os tempos mudaram. Em qualquer país, emergente ou não, os governantes, mesmo com orientação contra o Estado Assistencialista, deverão ter o sério compromisso com a sobrevida da população. Diante dessa discussão e presa pelas Leis de Mercado e na dependência da boa vontade dos governantes, a FAO se debate para publicar um planejamento estratégico mundial contra a “Crise da Alimentação” que está se desenhando. Para isso, a ONU quer ter uma força-tarefa pelo Programa Alimentos para o Mundo e, timidamente, pede US$ 3 bilhões e 100 milhões para, simplesmente, tentar barrar um problema que já afeta 100 milhões de pessoas. Porém, a partir de julho de 2011, a FAO passará a ser dirigida pelo brasileiro José Graziano da Silva, 61 anos. Ele foi eleito no dia 26 de julho de 2011 e será o novo diretor-geral do braço da ONU para a Agricultura e a Alimentação.

            O Programa Alimentos para o Mundo é a maior agência pró-humanos do planeta e que fornece alimentos anualmente a 80 países, para uma média de 90 milhões de pessoas, sendo uma média de 60 milhões de crianças. A PMA é um braço auxíliar da ONU para discussão de questões ligadas a alimentos. Sediada em Roma e de escritórios-filiais em mais de 80 países em torno do planeta, as ações da PMA ajudam indivíduos incapazes de produzir ou obter seu próprio alimento e/ou de suas famílias. De acordo com a FAO, o custeio das importações mundiais de alimentos deve chegar a US$ 1,3 trilhão, ainda em 2011. Ou seja,  21% a mais do que os índices praticados no ano de 2010.

Para a ONU, nos dias de hoje, a fome está como uma ameaça superior ao terrorismo. Porém, com apenas US$ 620 milhões do dinheiro reivindicado dos Estados, para arrecadar e distribuir alimentos e vencer tal crise, a ONU não possui estratégias para administrar especuladores, nem mesmo como pressionar os controladores dos Estados para extinção de medidas que entravam a cadeia do comércio, que estão dando força à crise dos alimentos. Disso tudo, a situação crítica está em relação aos países pobres que dos 100% que consomem, em média, produzem 73% em alimentos.



Escrito por BETO MANSUR às 19h16
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A VISÍVEL DESINDUSTRIALIZAÇÃO DO BRASIL

No início dos anos 70, por sugestão da Universidade de Chicago, os países passaram a medir suas economias por um indicador conceituado de PIB – Produto Interno Bruto - o somatório de todos os bens e os serviços produzidos num período – em meses e anos - numa certa região – continente, país, estado-membro e cidade - .

O PIB é apresentado em valores monetários. Na prática, um significativo indicador do processo econômico de um local, expressando o seu crescimento ou decrescimento econômico. Porém, é importante ressaltar que no cálculo do PIB não são considerados os insumos de produção (energia, mão de obra, matéria prima e tributos).

Em 2010, o PIB brasileiro foi de R$ 3,675 trilhões. Mas, atualmente, o índice de participação da indústria de transformação de matéria prima em produto final, investigado pelo PIB, foi diminuída a menos da metade,  passando de 35,9%, de 1980, para 17,6% em 2010. Ainda, nesse contexto por dados estatísticos, em 2010, o peso da indústria brasileira no PIB foi 7,9% inferior ao registrado em 1950, uma vez que tenha sido superior ao percentual observado na transição de 1998 para 1999, período em que se registrou a pior relação indústria/PIB dos últimos 60 anos, ou então, com meros 15,7% do valor adicionado anual e com isso, podemos verificar uma visível desindustrialização no Brasil.

O Processo de desindustrialização que ultimamente estamos assistindo no Brasil, teve seu pontapé inicial com a abertura econômica mundial que o país teve que pensar e praticar, após sua presença no Consenso de Washington, em 1990, já que estávamos vivendo um processo de estagnação econômica industrial desde o final dos anos 80 por força das transformações mundiais que vinham ocorrendo; pela necessidade de “modernizar” as forças econômicas do país, começamos os anos 90 embarcados no “trem-sem-freios” da Globalização idealizada por Milton Fredman. Como consequência disso, houve um rearranjo de produção de riquezas dos países conforme o que cada um deles poderia oferecer ao mercado mundial.

Disso tudo, neste primeiro quartel do século XXI, podemos “assistir de camarote”, ao processo de desindustrialização que vem acontecendo. Para que se tenha uma noção, entre 1950 e 1980, período de expansão da industrialização brasileira, houve um aumento da sua relativa participação em 86,1% no PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. Precisamente falando, isso correspondia a 19,3% do PIB em 1950 e, em 1980, esse índice chegou a 35,9%. Também, sobre esse período, foi marcado aumento de 36% no número de operários na ocupação total de 12,8% em 1950, para 17,4% em 1980 e com uma renda per capita diante de US$ 7 mil dólares.

Notadamente, existem claras evidências da expansão da participação relativa do emprego na indústria e baixa dessa participação a níveis elevados de renda per capita. Obviamente, essas evidências propõem que a livre concorrência e a Oferta pela Procura, por esse neoliberal mercado aberto envolvendo países em desenvolvimento, em especial, intensivos em trabalho e/ou recursos naturais, provoca um efeito fora dos padrões esperados pelos brasileiros na queda da participação do emprego no setor industrial. Em última análise, seu fundamental impacto é fomentar a produtividade e a inovação para expansão da indústria na participação do PIB.

De acordo com o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos, defensor da inovação meio essencial para garantir de uma maior participação das micro e pequenas empresas no Produto Interno Bruto. Atualmente, no Brasil, as micro e pequenas empresas tem uma participação de 99,1% na economia, 52,30 % na geração de emprego, mas representa apenas 20% do PIB. Em outros países, como a Alemanha, o segmento representa 97,2% da economia, gera 41 % dos empregos e representa 33,50% do PIB. Isso mostra que o Brasil tem emprego, mas tem baixa produtividade. A inovação vai ajudar a dobrar nossa participação no PIB”, afirmou.

           Contudo, se o processo de desindustrialização continuar avançando e se for mantida a estrutura de riquezas baseada no agronegócio que reconstruímos com a Globalização, qual será a situação econômica do Brasil em 2025, data que comemoraremos os 50º aniversário da confirmação do conceito Revolução Verde?



Escrito por BETO MANSUR às 18h20
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INOVAÇÃO & COMPETITIVIDADE

Em tempos de neoliberalismo e de intensa velocidade e eficácia na tomada de decisões, interessantemente, o saber e a inovação pela lógica e pela razão determinam o padrão competitivo tanto de indivíduos sociais, como de micro empresas e até mesmo de países e frente a isso, a consciência de que o empreendedorismo não é exigente quanto à questão do indivíduo ser inovador. Porém, a inovação é exigente quando se questiona se o inovador tem ou não espírito de empreendedor.

O poder de produção das empresas com base no uso do saber é, sem dúvida, essencial na busca da “pole position” da corrida para a competitividade. Por isso, os procedimentos ligados à inovação estão sintonizados com todos os setores da empresa – e isso é claramente observado pela ascensão das atividades de Pesquisa e Desenvolvimento nas unidades que respondem pelos novos produtos e serviços, pelo marketing e pela comercialização de tais inovações.

Diante dessa ideia, os empreendedores que estão interessados em financiar criações de outros, estão, verdadeiramente, adquirindo um conjunto lógica e racional que não possuem. Contudo, esses empreendedores têm linguágens, tradições e criações limitadas frente aos empreendedores inovadores. Alguns empreendedores podem até ser inovação em certos pontos da gestão de seu negócio, porém, de maneira limitada e isso não é importante.

Porém, para que as inovações sejam meticulosamente bem-sucedidas, não basta que pessoas criativas façam esboços de novos produtos e serviços, os quais serão, obviamente, apresentados ao mercado por procedimentos e por instrumentos de divulgação. Assim, nesse contexto de inovar para competitividade, existe o “sistema-produto” que é o precioso Plano de Negócio, ou seja, da prática da idealização ao desenvolvimento e materialização do projeto inovador, para se conhecer sua viabilidade.  Daí é que entra em funcionamento o organizado projeto da inovação, pela criação, com objetivos estratégicos e financeiros que seja sustentado por procedimentos sintonizados pelos setores de produção, distribuição, precificação, marketing, comercialização, etc.

Mas o sucesso de uma inovação não deve ser determinado por sorte ou por dedicação dos indivíduos envolvidos no processo. Quando uma empresa busca diferenciação pela inovação, ela precisa ter a constante consciência das tendências de mercado do momento e diante disso, temos as indústrias que estão sendo mais atingidas pela necessidade de inovação para a competitividade, ou seja, as que irão promover e substituir as de petroquímica, as farmacêutica e as biotecnologia (no México, no Brasil e na Argentina). A combinação desses três segmentos resultará em oportunidades para novos produtos HI-TEC e disso, poderemos assistir aos sérios impactos para as oportunidades de trabalho, devido à modernização de arranjos produtivos, podendo mudar a percepção de valores das gerações de profissionais.

Contudo, de maneira ampla, as empresas deverão implantar sistemas que incentivem a produtividade, pelas inovações com orientação para resultados com criatividade e eficácia. Assim, o empreendedorismo será praticado e a possibilidade das empresas conquistarem longevidade junto ao mercado poderá ser de bom grado.



Escrito por BETO MANSUR às 13h24
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A VISÃO EMPRESARIAL

 Num mundo de tomada de decisão ultrarrápida, para se ter um “lugar à sombra” no pátio do capitalismo, sem dúvida alguma, visualizar o futuro empresarial requer do empreendedor uma percepção ímpar. Ao certo, esse é o grande sonho: ter estabilidade econômica e paz para desfrutar da riqueza que será conquistada por consequência de situações empreendedoras conscientes que serão vividas.

Nesses meus anos de dedicação ao empreendedorismo, em função de leituras e discussões sobre o assunto, compreendi que Michael Porter pode estar correto quanto às suas teorias de gestão de empresas. De acordo com o que ele pensa, na gestão dos negócios, acima de qualquer discussão, deve haver a imprescindível visão empresarial, ou seja, a preciosa visualização do que se quer economicamente para o futuro. Daí, se seguirmos ‘milimetricamente’ essa percepção e explorarmos nossas habilidades com comprometimento para resultados, podemos ter boas chances de prosperarmos com nossos empreendimentos.

 Mas, feliz ou infelizmente, nosso atual mundo de negócios está passando por um radical conjunto de transformações e, com isso, forçando o gestor de empresas a tomar atitudes pelo seu ímpeto, quando ele faz o que deve ser feito e não da maneira que gostaria que fosse feito. Diante disso, estabelece regras para que seus produtos e/ou serviços sejam melhores e mais baratos do que os da concorrência. Mais ainda: nas negociações, ressalta acordos combinados que até definam modelos de qualidade.

 Dentro desse contexto de visualizar o futuro, em 1981, quando eu residia em Ponta Grossa – PR, numa daquelas conversas em família e em volta da churrasqueira, o tio Toninho me disse: logo, logo, a implantodontia vai chegar ao Brasil e, por isso, vou me especializar em periodontia, ficar de olho e dominar o assunto porque tenho que estar preparado para ser um dos melhores da profissão.

 Diante dessa visão de futuro, no final dos anos 80, a implantodontia chegou ao Brasil de ‘mala e cuia’ e o dentista Dr. Mansur, pela sua visão empresarial, embora preparado para a nova tecnologia do dente, sabia que era necessário mais preparação profissional do que ele já tinha. Com isso, na busca de qualificação, além do curso de especialização buscou o mestrado e o doutorado.

          Daí, pela força do destino ou da exploração de suas habilidades como empreendedor e sob a Gestão Pedagógica da tia Cristina e para dar mais claridade à sua visão de negócio, Dr. Mansur colocou dentro dos seus atos visionários os seus filhos Alexandre, Michele e o Elias, participantes de uma história de alguém que ditou o que queria para o seu futuro. Hoje, todo um processo idealizado passo a passo está concluído no Instituto Mansur de Implantodontia. Mas, pelo seu modo de pensar, Dr. Mansur acredita que ainda só está no meio do caminho.

          Dessa história podemos compreender que em nosso planejamento estratégico e econômico-financeiro devemos levar em consideração a visão empresarial, a exploração de habilidades e o agir com coragem, o que por certo abrirá as portas para o sucesso pessoal e profissional.



Escrito por BETO MANSUR às 10h54
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FORMANDO PREÇOS

            Sem dúvida alguma, para que o empreendedor tenha o domínio da formação de preços, ele deve estabelecer a justaposição dos produtos e/ou serviços no mercado e também promover a imagem da empresa que ele está gerindo. Daí, a fixação correta dos preços se torna fundamental.

Assim pensando, se os preços forem fixados com valores altos, as vendas poderão cair e, se fixados com valores reduzidos, obviamente, o lucro será prejudicado. Além do mais, também poderá ocorrer o risco de não se conseguir ajustar os preços de imediato e dessa forma, a descoberta de que estão sendo fixados errados. Porém, a oportuna necessidade de se praticar a regular conferência, já que os custos podem passar por radicais alterações.

Um ponto essencial para se administrar e promover a eficaz e correta precificação é compreendermos os mecanismos de formação dos preços. Dessa forma, tendo consciência a importância dos preços, poderemos utilizá-los com base em cálculos. E, para que isso ocorra, é importante ter em mente:

CUSTOS FIXOS – são aqueles conhecidos no mundo do empreendedorismo como overheads e se referem aos gastos constantes ou fixos da empresa. Neste caso, podem ser aferidos como alugueis, impostos, encargos, salários e seguros são alguns exemplos de custos fixos.

CUSTOS VARIÁVEIS – são aqueles também conhecidos pelos empreendedores como custos diretos, ou seja, são gastos que variam diretamente da decorrência do nível das atividades dos negócios. Neste caso, por exemplo, o custo da matéria-prima e das ferramentas.

O preço de suas mercadorias e/ou serviços precisa ser equalizado aos custos fixos e aos variáveis e ainda gerar um excedente, o qual gentilmente o chamamos de lucro. Isso é o mínimo daquilo que você tem a conquistar como resultado de suas atividades com as vendas – isso, se quiser continuar praticando suas operações como empreendedor. Além do mais, quando se trata de cobrir os custos fixos, faz grande diferença vender um ou mais itens ao ano, ao prestar serviços por vários ou um dia, já que todos os custos fixos deverão, obviamente, ser recuperados pelas vendas. Dividir os custos fixos por um, por 100 ou pelo que quer que seja, sem dúvida qualquer, haverá tremendo impacto sobre o preço final. Portanto, seja minucioso nas previsões de vendas em termos de unidades vendidas ou horas trabalhadas.

O custo fixo precisa ser o mais baixo possível, tendo em consideração que poderá haver flutuação muito acima do controle, caso não haja um check-list e com isso, arruinando sua lucratividade.

As empresas costumam controlar melhor os custos variáveis. Se um fornecedor aumenta os preços, as empresas ficam sabendo e, se isso for justificado, resulta em confronto e procura o novo fornecedor.

COMPREENDENDO AS MARGENS E OS MARK – UPS

As Margens são os lucros conquistados em certos itens. Já o Mark – up é o acréscimo promovido ao preço de venda.

O cálculo para se conhecer a Margem é o seguinte:

Margem (%) = (preço de venda – preço de custo) x 100 e tudo isso, dividido pelo preço de venda.

O cálculo para se conhecer o Mark – up é:

Mark – up (%) = (preço da venda – Preço de custo) x 100 e tudo isso, dividido pelo preço de custo.

Em resumo, as Margens e os Mark – ups possuem variações de acordo com o ramo de atividade e em segmentos diferenciados de toda e qualquer ato de fornecimento. No entanto, é importante verificar a porcentagem líquida acrescida sobre o preço do produto adquirido.

E, dependendo do Ambiente Mercantil que se esteja empreendendo, uma forma direta e rápida para fixação do preço e a prática da equação seguinte:

Preço unitário de venda = Preço líquido de custo + Mark-up + Tributos (se existir)

Daí, seguindo o exemplo de aplicabilidade de fixação direta de preços: certo artigo foi comprado por R$ 19,00 líquidos e se o Mark-up usual do Ambiente de Mercado for de 80%, o preço básico deveria ser equacionado pela equação:

(R$ 19,00 + 80%) = R$ 34,20

Disso, se for interessante para o fixador de preços, o arredondamento do valor gerado. Além do mais, o empreendedor não pode se esquecer de que os preços que irá praticar deverá ser próximo aos da concorrência. Outro aspecto fundamental é o conjugar dessas medidas com o precioso Fluxo de Caixa, Matéria-Prima e Estoque.

Já para os fabricantes, temos uma equação bem prática para o cálculo direto do preço de seu produto. Basta seguir a equação:

Preço unitário de venda = (Custo da matéria-prima + Mão-de-obra + Custos fixos) + Mark-up + tributos)

E, para que você não se perca na construção da equação, com relação aos elementos que compõe a equação, considere:

a) Tributos – some ao preço, os tributos que incidirem sobre os serviços e/ou produtos. Não se esqueça que os tributos variam conforme a natureza e a atividade que você está empreendendo;

b) Custos Fixos – os então, conhecidos como overheads, referem-se aos gastos constantes ou fixos da empresa. Alugueis, tributos (taxas e impostos), encargos, salários e seguros são alguns exemplos de custos fixos;

c) Custo da Matéria-Prima – listar todo e qualquer produto que seja utilizado como matéria-prima no processo produtivo. Se for de sua consciência, deixar margem de 10% de perdas;

d) Mark-up – adicione o mark-up ajustado conforme o seu ramo de atividade. Disso, observe se há necessidade de ajuste de preço final e se minucioso no quesito de crescimento ou não das vendas futuras;

e) Mão-de-obra – adicionar à equação o valor real de investimento na mão-de-obra contratada para a produção das unidades. Neste caso, tomar cuidado para não se esquecer que pode incidir tributação sobre o custo da mão-de-obra.

E, para que tudo dê certo, ou seja, para que você conquiste lucros ao máximo, fazendo interessantes negócios, é fundamental que você esteja prestando atenção nos custos fixos e variáveis. Assim, quando você tiver que baixar seus preços, terá uma melhor visão do que poderá fazer de imediato.



Escrito por BETO MANSUR às 20h22
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O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO NA EMPRESA

 

Beto Mansur

 

Neste início de século, sem dúvida, o Planejamento Estratégico pode ser considerado como uma das mais eficazes ferramentas de Gestão de Empresas. Isto é tão real que quase a totalidade dos gestores de negócios a conceitua como essencial sua implementação.

Além do mais, temos que ter consciência de que, pela intensa concorrência, estamos deparando com ambientes dominados, cada vez mais, por turbulências e instabilidades que fazem com que existam determinadas necessidades em mapear tais ambientes para que possamos nos posicionar diante desta realidade.

Com o Planejamento Estratégico como instrumento de gestão, os empreendedores podem ganhar melhores otimizações diante de outros tipos de informação, uma vez que esta ferramenta concede interessante clarividência da direção a qual a empresa deve seguir para alcançar metas, objetivos e resultados pretendidos. Porém, isto será possível quando se elabora um plano estratégico, a partir de um intenso conjunto de procedimentos materializados através de um plano de negócio.

E, conforme Djalma de Oliveira, o Planejamento Estratégico pode ser conceituado como um processo, considerando os aspectos abordados pelas dimensões anteriormente apresentadas, desenvolvido para o alcance de uma situação desejada de um modo mais eficiente, eficaz e efetivo, com a melhor concentração de esforços e recursos pela empresa”.

Outro aspecto que temos que considerar é que a Globalização é uma idéia antiga, mas só agora estamos dando início por estarmos numa inter-relação em freqüência mundial. A expressão "globalização" tem sido utilizada mais recentemente num sentido marcadamente ideológico. Essa realidade em questão está sendo vivenciada no mundo inteiro, pela prática de um processo de integração econômica sob a égide do neoliberalismo, caracterizada pelo predomínio dos interesses financeiros; pela desregulamentação dos mercados; pelas privatizações das empresas estatais, pelo abandono do estado de bem-estar social e pela implantação dos modelos de negócios para vencer a concorrência.

Contudo, para que tenhamos nossos sonhos realizados, é necessária a prática de uma visão estratégica, que é a capacidade de avaliar ou mesmo de investigar os fatos pelo “sentir”, pelo “pensar” e pelo “agir”. Daí, agindo dessa forma, pode-se estabelecer metas e alcançar os resultados que pretendemos. E mais: precisamos estar convictos de que aquilo que queremos poderá tornar-se realidade.

Se pensarmos num sentido lógico, em muitas empresas, de pequeno ou de grande porte, não podemos começar a elaborar o planejamento estratégico sem ser questionada qual a razão de ser da empresa. É que até o trabalho de cada parceiro perde o sentido, ou seja, torna-se sem objetivo se não for pensado o propósito da atividade em si, da mesma forma que a empresa necessita decidir qual o seu propósito de negócio.

Por isso, quando uma empresa estabelece uma missão, ela está exteriorizando sua necessidade de seguir um caminho independentemente das dificuldades e espera que seus colaboradores contribuam nesta trajetória.

Com isto, em primeiro lugar os gestores devem investigar para analisar os objetivos do negócio, em seguida provocar uma significativa análise do contexto e dos pontos fortes e fracos da própria empresa.

Feita essa análise, a partir destes conhecimentos, a empresa poderá estabelecer quais as possíveis ameaças e oportunidades do empreendimento e, assim, determinar quais os fatores determinantes que concorreram para o sucesso.

Para se alcançar os objetivos, deverão ser elaboradas estratégias e ações - com prazos determinados - que possibilitarão o alcance de resultados pela empresa.

Contudo, de maneira ampla, as empresas deverão implantar sistemas que incentivem a produtividade, pelo planejamento estratégico, com orientação para resultados com inovações e eficácia. Dessa forma, o empreendedorismo será colocado em prática e a possibilidade de as empresas ganharem longevidade junto ao mercado será real.



Escrito por BETO MANSUR às 11h00
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O GESTOR DE NEGÓCIOS E AS DECISÕES EFICAZES

 

         Beto Mansur

 

Os gestores de negócios, quando tomam decisões eficazes em suas práticas administrativas, agem rapidamente diante da opção que compreendem como atitude certa, aquela praticada pela utilização de alternativas inovadoras e criativas e que provocam ganhos de resultados pretendidos, considerando que sua ação, obrigatoriamente, terá que exceder aos modelos de excelência.

 

         Resumindo, o gestor de negócios que decide por suas ações rápidas e eficazes, coloca em prática a sua racionalidade administrativa, uma vez que está em jogo, a realização de desejos e a satisfação de necessidades, - sejam suas e/ou da empresa -, de acordo com a realidade do ambiente administrativo que está exposto.

 

Além do mais, o gestor de negócios, por seus princípios, tem sua moral e sua ética próprias. O termo Moral tem origem latina na palavra mos (pensar sobre). Já a palavra Ética tem origem grega, ethos (agir sobre). No entanto, estes dois conceitos, historicamente, foram transformados em sinônimos de comportamento dos gestores e das empresas.

        

Assim, pela Moral temos o poder de, pela nossa criatividade, elaborar ideias, ou melhor, imaginar como serão o pensar e o sentir, determinados num conjunto de preceitos criados e estabelecidos pelos homens. E, pela Ética, temos o poder de praticar aquilo que sentimos e pensamos, com bases na moral, compreendidos como ações justas ou injustas, certas ou erradas, perfeitas ou imperfeitas, dentro de uma diversidade de realidades reconhecidas.

 

Reconhecer a realidade cultural, econômica e política a qual a empresa tem participação, ocorre por meio do encarar de padrões de mercados de produtos e/ou serviços do mundo como ele está. Infelizmente, o mundo dos negócios está passando por uma radical transformação e com isso, o gestor de negócios está sendo obrigado a tomar atitudes, pela sua coragem, quando faz o que deve ser feito e, não da maneira que gostaria que fosse feito, haja vista que seus produtos e/ou serviços terão que ser melhores e mais baratos. Mais ainda: nas negociações, a existência de acordos combinados que definam modelos de qualidade.

 

         No entanto, para o gestor de negócios, é importantíssimo ter consciência da posição da sua empresa e assim, agir. Agir sabendo que os resultados serão generosos.

 

         O gestor de negócios que detém conhecimento e que age com bom senso, conquista resultados favoráveis pelo seu modo de raciocínio administrativo. Por este ponto de vista, devemos ressaltar que exploração de habilidades, comportamento ético e comprometimento com resultados, nas conquistas pelo gestor, podem ser naturais ou também desenvolvidos no mundo dos negócios.

 

Assim, dentro desse mercado altamente competitivo e que suas rédeas estão sob o controle das práticas neoliberais e também, até sob a égide da influência da tecnologia da informação rápida, muitos gestores de empresas já estão conscientes da importância da tomada de decisões eficazes, uma vez que, os atuais ambientes de negócios produzidos e gerenciados pelo neoliberalismo, apresentam dinâmicas rápidas e rasteiras. Disso, da noite pra o dia, pode se ganhar ou perder muito!

 

O neoliberalismo é compreendido como o movimento que dita as regras do atual capitalismo e que tem como propostas, um sistema o qual a intervenção do Estado na economia é mínima; promove o abandono do Estado Assistencialista; favorece a livre atuação das instituições financeiras na economia; provoca a desregulamentação da economia de mercado e incentiva a privatização dos serviços públicos básicos (saúde, alimentação, transporte, energia e educação). E, associado com essas propostas, o poder da tecnologia da informação.

 

Atualmente, entre os estudiosos, há uma dúvida bem interessante: foi a tecnologia da informação que potencializou o neoliberalismo ou foi o neoliberalismo que potencializou a tecnologia da informação? Porém, diante dessa interrogação, duas situações ganharam força e como conseqüência disso, duas situações que levaram os gestores de negócios à afiar suas armas para a batalha da concorrência.

 

A primeira situação pode ser compreendida como a “Globalização de Mercado”. Com isso, um simples mercadinho de bairro, com o uso da internet, passou a ter acesso a um interessante fluxo de ideias do mercado de produtos e serviços mundiais. Outra segunda situação é o gigantesco Fluxo de Capitais Móveis que provocou a possibilidade de novos investimentos nas áreas de atuação das empresas. Disso tudo, o mercadinho do bairro tornou-se globalizado, tendo em vista que as comparações de custos, obviamente, foram se tornando globais.

 

E, no bojo dessas discussões temos que considerar que o comprometimento com a ação, na tomada de decisões eficazes, deve estar conectado ao indivíduo responsável pelo cumprimento da ação. Disso, podemos concluir que os gestores eficazes conhecem, acima de qualquer circunstância, que a tomada de decisões eficazes tem o seu particular conjunto de mecanismos que será utilizado.

 

Contudo, para que ocorram situações que façam existir desejos e necessidades para a tomada de decisões eficazes, devemos questionar o seguinte: a) quem está empreendendo com resultados favoráveis no meu setor empresarial, está ganhando por qual motivo? b) estou sendo empreendedor num setor em crescimento ou não? c) como estão meus concorrentes diante da exigida inovação e competitividade em produtos e serviços? d) minha empresa está funcionando com a velocidade mínima, necessária e exigida para aproveitar as oportunidades de expansão geradas pelas atuais mudanças nos ambientes subjetivos da administração? Esse ponto de vista apresentado, poderá servir como um instrumento para que seja encarada a realidade da empresa e as necessárias tomadas de decisões eficazes, praticadas.



Escrito por BETO MANSUR às 16h51
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Nossa Classe Média e seus 103 milhões de brasileiros

Beto Mansur

No Brasil, entre os anos de 1950 e 1990, houve a consolidação da industrialização que vinha ocorrendo desde os tempos da Era Vargas e que foi apresentada como um processo que visava à modernização do país, pelo fortalecimento das classes sociais brasileiras, em especial, o da Classe Média. Também, interesses públicos e privados queriam o reconhecimento dos operários. Se isso acontecesse, o Brasil seria “moderno”.

Após essa consolidação, na metade da década de 90, o Brasil, por força do contexto mundial, tornou-se neoliberal e a composição social brasileira não mais deveria ser apresentada com as classes alta, média e baixa (existentes por funções sociais dos indivíduos) e sim, pelas classes A, B, C, D e E (existentes de acordo com rendas e salários dos indivíduos). Com isso, o padrão social capitalista industrial que funcionava com o consequente isolamento social entre a classe mais elevada e a mais inferior, não mais ocorreria, passando as classes sociais a funcionarem de maneira interdependente, uma das características da composição social neoliberal.

No entanto, o não intervencionismo; a liberdade de mercado; a livre ação das instituições financeiras; a globalização da economia nacional, regras exigidas para que fossemos neoliberais, resultaram no fortalecimento das classes C e B, - gentilmente denominadas de classe média, - devido ao favorecimento econômico, social, político e cultural que receberam.

Daí, se foi por isso ou não, tivemos progresso: nossa dívida externa que em 2005, estava em U$ 444 bilhões de dólares, hoje, está em U$ 200,1 bilhões e, em caixa de reservas, temos U$ 250,34 bilhões, ou seja, estamos com saldo positivo de U$ 50,24 bilhões para negociação da dívida externa.

Com isso, a “Classe Média” brasileira passou a se desenvolver a largos passos e pelo que se entende, continuará a se expandir nos anos seguintes, tendo como base as publicações da Economia Brasileira em Perspectiva, elaboradas pelo Ministério da Fazenda e divulgadas no mês de agosto.

Para se ter uma ideia, entre 2008 e 2010, a estimativa da equipe econômica é de que a classe C brasileira tenha uma expansão de 21,5%. Ainda, em 2010, essa classe se apresenta com correspondência de 103 milhões de brasileiros. Mais ainda: as informações indicam que, desde 2002, cerca de 25 milhões de pessoas ascenderam socialmente, pelo aumento real de renda que tiveram.

E, seguindo números e índices mostrados, em 2003, a Classe Média que representava 37% da população, cerca de 66 milhões de habitantes, aumentará até 2015, para 56%, ou seja, 113 milhões. E, sob outros olhares, a Classe E cairá de 28%, cerca de 49 milhões, para 8%, ou seja, 16 milhões de habitantes.

Ainda usando índices, os brasileiros com melhores condições de renda, a Classe A, se tornaram uma fatia de 8%, ou então, 13 milhões, para 16%, cerca de 31 milhões de cidadãos e a Classe D cairá de 27% - (47 milhões), em 2003, para 20% (40 milhões), em 2015.

Interessantemente, as informações ainda destacam que, de três anos para cá, o potencial de consumo das classes sociais de menor renda cresceu sistematicamente. Diante dessa análise, a expectativa do Governo Brasileiro é de que a participação das classes C e D tenham crescimento no respectivo potencial de consumo.

Também, uma das justificativas dos técnicos do governo são as consequências das condições estruturais favoráveis da economia em direção das camadas sociais mais inferiores que receberam influências no aumento real do salário mínimo; no controle da inflação; na geração de empregos; nos benefícios de assistencialismo social conhecido como “Bolsas Lula”, que representam apenas 1% do Orçamento Público Brasileiro.

E, se isso for bem administrado, tanto pelos particulares, quanto pelo Estado, poderemos ter resultados bem interessantes. Disso tudo, partindo da ideia de que a “Classe Média” brasileira utilizará seu poder de consumo para adquirirem eletrodomésticos e móveis, para nós brasileiros, poderemos ter bons retornos em ganhos de investimentos, de lucratividade e de rentabilidade.



Escrito por BETO MANSUR às 15h24
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O KEYNESIANISMO

 

O keynesianismo é a doutrina capitalista criada pelo economista John Mainard Keynes (1883 – 1946). Esse conjunto de idéias consiste numa organização política e econômica sustentada pela ideologia de que o Estado deve buscar resultados no controle total ou de uma parcela maior do processo econômico, pela implantação, desenvolvimento e reconstrução do sistema capitalista industrial nacional.

 

A difusão de suas ideias aconteceu após o ano de 1930, quando Keynes publicou o Tratado Sobre o Dinheiro, época que buscou explicar por quais motivos o sistema econômico capitalista liberalista funciona de maneira irregular, ao enfrentar transformações nos Ciclos Econômicos. Com esses estudos, estava nascendo a doutrina do Capitalismo Industrial Intervencionista, que inicialmente, por sistemas de planificações econômicas, pretendia ‘salvar’, não só as economias atingidas pela Crise de 1929, como também, tirar o mundo capitalista da Depressão que se seguiu nos anos 30.

 

Keynes também defendia o investimento da poupança para eliminação da estagnação econômica e que o investimento das empresas mercantis dependiam da abertura de novos mercados, de novas tecnologias e de outras variáveis mais, independentes da taxa de juros ou da poupança. Também, incentivava que o gasto público deve compensar o limitado investimento privado num processo de recessão.

 

Esse ponto de vista, para alguns capitalistas conservadores, foi entendido como práticas socialistas marxistas, uma vez que Keynes defendia a aplicabilidade do intervencionismo estatal e da promoção da economia nacional. Mas Keynes, mesmo tendo resistências pelas suas “ideias comunistas”, no mundo capitalista que vivia, deu continuidade às suas pesquisas, e no ano de 1936, publicou A Teoria Geral do Emprego, do Lucro e da Moeda. Com esta nova obra, investigou as questões relativas às grandes recessões, defendendo a inexistência de mecanismos de ajuste automático que favoreciam a recuperação econômica por ações do Estado.

 

Nesse contexto, em 1944, em plena Segunda Guerra Mundial, dirigiu a delegação britânica na Conferência de Bretton Woods, onde promoveu a criação do Banco Internacional da Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) e do Fundo Monetário Internacional (FMI). Suas idéias influíram na criação de uma mentalidade capitalista industrial intervencionista.

 

Contudo, entre os anos de 1930 e 1945, interessante grupo de países de tendência capitalista, adotou suas idéias como instrumento de recuperação da economia nacional. Com isto, os governos passaram a praticar o ‘Capitalismo Nacional’.

 

A influência dessa tendência capitalista no Brasil gerou significativa transformação do processo econômico nacional. O Brasil, na Era Vargas (1930 – 1945), com sua economia voltada para o mercado interno, a nascente produção industrial brasileira, para se ter uma idéia, entre os anos de 1932 e 1940, cresceu aproximadamente 11% ao ano. Essa impressionante ascensão industrial, paralela ao capitalismo industrial internacional, seguiu a alguns fatores: 1) investimentos de grupos particulares interessados na exportação do setor têxtil; 2) política nacionalista e protecionista do Estado e; 3) existência de capacidade ociosa na indústria de bens de consumo.



Escrito por BETO MANSUR às 14h37
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ERA PÓS-INDUSTRIAL

A Era Pós-industrial é o atual momento que vivemos devido às transformações no processo de produção e de comunicação. Ela também pode ser conhecida como Era da Tecnologia da Informação e do Conhecimento e que teve sua formação entre os anos de 1945 a 1970.

A sociedade pós-industrial é um tanto quanto diferente das outras fases da Revolução Industrial, já que no lugar de se utilizarem de máquinas de funcionamento mecânico, utilizam-se máquinas de complexos processadores eletrônicos e que são mais incidentes nos setores de serviços, em vez de setores de transformação de matéria prima em produtos.

O Mundo Industrial, entre os anos de 1900 e 1945, tinha no seu processo produtivo o trabalho manual racional, conhecido como Taylorismo/Fordismo. Com isso, nas linhas de produção e montagem, o trabalho intelectual era separado do trabalho braçal e os operários com suas atuações ultra-especializadas, não podiam desenvolver criatividade, ou mesmo, ter ações participativas no desenvolvimento da empresa, uma vez que era interessante a padronização e o local de produção das mercadorias. Neste contexto, o homem tinha validade por sua força física.

No entanto, com a expansão da comunicação, a informação e o conhecimento foram se tornando necessários e aos poucos, o homem em vez de utilizar da sua força física, passou a usar da sua força mental para o trabalho. Assim, a criatividade, devido à sua importância, passou a substituir à muscular; as atividades mentais foram aprimoradas, quando, para se produzir, acionaram-se os processamentos de dados e a inteligência artificial dos computadores e a produção ocorrendo em variados locais.

Hoje, pelo uso de softwares, podemos transformar um simples Computador Pessoal num inteligente sistema flexível de produção industrial, favorecendo, pela Tecnologia da Informação, aumento na qualidade e redução de custos de produtos, quando se utilizam da inteligência computacional para correção rápida e antecipada, o funcionamento do processo industrial, para que não ocorra eventual perda de tempo e de matéria prima no processo produtivo.

E, conseqüente disso tudo, a criatividade e a inovação tecnológica tornaram-se muito importantes e o homem em vez de expandir músculos para produzir, passou a expandir sua inteligência. Disso, podemos concluir que estamos na Era Pós-Industrial, sendo que, nessa atualidade, tem validade social, aquele que, pelas suas atitudes mentais, é criativo e inovador.



Escrito por BETO MANSUR às 14h35
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